Rute Duarte – Fit Mom Portuguesa – Entrevista


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Anos de alimentação correta: Esta é uma daquelas questões tão relativas, porque eu de há uns anos a esta parte como por objetivos. Então direi que tenho quase quase três anos de reeducação alimentar.

Peso máximo que já tiveste: O peso máximo que eu já tive foi quando estive grávida do meu segundo filho em que atingi 91kg, portanto Mamãs não se sintam uma lástima no último mês de gravidez e ansiosas com tantos quilos, porque é possível recuperar a linha depois, basta quererem muito. É mesmo muito importante que se mantenha uma excelente alimentação na gravidez. No meu caso específico posso explicar que na segunda gravidez ainda tinha os quilos da primeira, todos os quilos quero ressalvar. Porque não tive tempo de recompor-me de forma nenhuma. Os meus filhos têm diferença de 11 meses e meio um do outro. Então, também para as Mamãs de filhos seguidos (que até somos mais do que aquilo que pensamos) tenham fé, porque o corpo humano tem uma capacidade incrível de regeneração.

Quantos quilos perdidos em quanto tempo: Na altura do clique definitivo no início do ano de 2011 tinha 75kg. No espaço dum ano fiquei com 58kg. Nunca tive tão pouco.

 1. O teu gosto pelo exercício físico e bem-estar é algo que sempre te acompanhou ou é um gosto adquirido?

Nunca me acompanhou, nunca gostei. Nunca tive mais de três em Educação Física. Não gostava. Nem tão pouco cresci numa família que valorizasse esse especto. E lembro-me que no início da minha vida adulta ainda fiz algumas aulas de localizada que não gostei nada. Portanto foi um gosto adquirido depois dos trinta e foi mesmo algo inesperado, uma vez que nunca gostei e sempre fiz questão de deixar isso claro. Poderias perguntar-me o que mudou para eu ter mudado de atitude. Dei-me a oportunidade de experimentar e tempo suficiente de modo a ver resultados. E isso é o mais motivador de tudo, o que vicia na musculação são os espetaculares resultados que podes ver todos dias no teu próprio corpo.

2. Define em três palavras (ou mais) a Rute com excesso de peso versus a Rute de agora.

Rute com excesso de peso em apenas uma palavra eu posso “descrevê-la” : Conformada.

Rute de agora: Metamorfose e Inconformismo. Essas são as minhas palavras. Quando se deixa de ser conformada é como se acordássemos dum sono longo. E é um acordar cheio de pressa. Ou seja quando mudei de vida, eu mudei naquele momento. Não planeei mudar na próxima segunda-feira ou no início do mês. Foi ali naquele momento. E mantive essa atitude até hoje, até agora. Tornei-me numa pessoa muito mais forte a nível mental.

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Porque desengane-se quem pensa que isto é algo meramente físico porque não é. É algo tremendamente mental. É com a ajuda da mente que se consegue lidar com a comida que não podemos comer. Ter que aprender a dizer não a si mesmo sempre que confrontado com um alimento que era habitual mas que contribuiu para o excesso de peso. É algo muito mental. Tenho um amigo que diz muitas vezes que há que ter antes de tudo uma mente atlética. E eu concordo. Uma mente forte irá livrar-nos de qualquer retrocesso. Mudar de vida, fazer uma reeducação alimentar profunda, ter uma rotina de ginásio coerente são aspetos à partida com uma enorme percentagem de falhanço. Então para mim há que evitar os “recomeços”, e como é que se evitam? É não desistindo NUNCA!

3. Olhando para trás eras feliz? Se sim porque mudaste de estilo de vida?

Quando nos sentimos felizes não sofremos deste tipo de inconformismo. Eu digo sempre a quem me contacta para falar sobre a minha jornada, que “ser magra não te fará mais feliz”. Se tivermos outros problemas que nada têm que ver com o especto físico o mais certo é que depois de estarmos magras eles continuem a existir. Mas, se o nosso especto físico nos impedir de nos sentirmos felizes, se nos impedir de fazer qualquer coisa na vida ou que ameace a nossa qualidade de vida ai sim, há que mudar e mudar rapidamente. Se me perguntares se estou mais feliz devido à entrada e permanência do fitness na minha vida eu digo-te que sim. Porque nada paga olharmos para o espelho e sentirmo-nos muito bem com o que vemos. E esse facto pode nos permitir sim ter outra atitude perante nós mesmos e com isso sermos muito mais felizes.

4. Como era a tua relação com o espelho?

A minha relação com o espelho antes de “isto tudo” era uma relação conformada como já disse anteriormente, e tudo o que é conformado é morno e está destinado à monotonia. E o conformismo neste caso foi quebrado pelo incómodo. Se algo nos incomoda e se está ao nosso alcance mudar isso então devemos fazê-lo. Eu fi-lo e a minha relação com todos os espelhos que vou encontrando é hoje uma relação da qual muito me orgulho. É de felicidade, vaidade e sim ainda inconformada, porque nesta área queremos sempre melhorar.

5. Durante esta transição sofreste algum tipo de críticas negativas? Se sim, como lidas com essa situação?

Sim, eu já passei por algumas fases com essas críticas, à medida que vais andando as críticas vão “evoluindo” também. De início foi duro, e eu não entendia o porquê de ser tão criticada. Porque se eu achava que estava a fazer um trajeto correto, um trajeto que só me poderia fazer bem, não percebia o porquê de tanta crítica. O pico das críticas foi atingido na altura em que estive mais magra. Foi uma época que nem gosto muito de recordar mas foi dura, porque as críticas vêm sempre de onde menos se esperam. Acho que por uma questão de defesa começamo-nos afastar dessas críticas e de quem as faz. O mais engraçado é que fui muito criticada quando tinha 58kg e hoje tenho mais ou menos 65kg sou criticada. E fui também criticada quando tinha excesso de peso. O que posso retirar disto é que vivemos numa sociedade bipolar e castradora. E tudo serve para ser criticado. Hoje lido com esse tipo de críticas e já vou lidando também com as chamadas “críticas construtivas” do género “precisas de mais massa muscular” “precisas de mais glúteo” “toma isto ou toma aquilo” “faz assim ou faz assado” pessoas que desconhecem totalmente o meu passado, o meu percurso e o meu futuro. Eu não acredito na chamada crítica construtiva. E sim, vivemos num estado de direito mas estarmos constantemente a criticar os outros gratuitamente não pode ser algo positivo. Se queremos opinar, há que ter cuidado e no máximo dar um conselho. Mas mesmo assim, se não te agrada o meu estilo de vida, o modo como eu faço as coisas, se não gostas de mim então nada digas, porque nenhuma opinião te foi pedida.

 6. Onde encontras motivação?

Nos resultados. Na minha força interior. Nas pessoas que gostam e acreditam em mim.

7. Rute, de que maneira estas mudanças afetaram as pessoas que mais te rodeiam?

A minha mudança só teve impacto na minha própria família e não para além disso. Em minha casa todos comemos mais ou menos como eu como, a fonte de proteína é sempre a mesma só os acompanhamentos é que podem ou não mudar. E ao contrário do que certas pessoas possam pensar eu não sujeito os meus filhos a dietas restritivas. E o conteúdo do meu frigorífico é muito similar ao das outras pessoas. Porque há produtos que eu por opção não como mas cozinho. E há produtos que eu consumo e a minha família não consome. Isto pode parecer confuso mas tudo flui mesmo muito bem. Uma coisa que deixou de acontecer foi que deixamos de ter guloseimas em casa. Ou seja, se alguém quiser um doce tem que fazer esse exercício de o ir comprar. Não estão à mão, não fazem parte da minha lista de compras. Na Páscoa e no Natal os meus filhos são inundados de doces, o que é muito compreensível e só nessas alturas se vêm mais doces cá em casa.

8. O que os teus filhos acham do teu novo eu?

Acham bem, Mães felizes “produzem” filhos felizes, Mães que sabem o que querem “produzem” crianças seguras e resolvidas. Os nossos filhos são o nosso máximo produto. São uma extensão da nossa própria filosofia de vida. Seria impossível eles não se influenciarem. Então da mais velha eu oiço coisas como “Mamã a minha amiga pediu-me para perguntar como é que faz para ficar com uma barriga como a tua” ou a “tua mãe tem que me ajudar”. O meu filho já chegou a casa a dizer que lhe tinham perguntado a minha idade porque eu parecia tão nova. E para a minha filha mais nova o “cheat day” é o dia preferido dela. Os mais velhos têm uma consciência alimentar muito grande e acabam por transportar isso para a escola, especto que me deixa mesmo muito feliz.

9. Qual e o teu prato saudável favorito ?

Salmão ou perca. Que regra geral acompanho com batata-doce “frita” na Actifry. A minha refeição preferida do dia é o pequeno-almoço, adoro panquecas e normalmente fazem parte sempre do meu pequeno-almoço.IMG_20130820_235621

10. Costumas fazer cheatmeals? O que optas para essas refeições?

Sim e faço uma vez por semana. No meu cheat day não quer dizer que leve o dia a comer as designadas porcarias não. O que faço é tirar um dia de folga do meu estilo de vida. Ou seja, não sou tão recta como sou no dia-a-dia, por exemplo ao sábado não peso a comida. O que significa que vou naturalmente comer até menos em quantidade, porque ainda como doses consideráveis de comida. Vou comendo normalmente, talvez opte por um almoço que não seja habitual ao dia de semana, por exemplo este sábado comi um determinado tipo de queijo que gosto imenso ao pequeno-almoço. A minha cheat-meal acontece ao jantar. Regra geral requer algum planeamento. E ai sim, saio completamente da dieta, sem culpa ou remorso. Se houver alguma ocasião especial guardo a cheat meal para essa altura. No dia seguinte volta tudo ao seu lugar. E volto à minha alimentação habitual. Todos sabemos os benefícios que uma cheat meal traz para quem faz dieta. Comigo resulta tal e qual a fama que tem. E mentalmente é ótimo. Aliviar um pouco na alimentação e dar uso ao palato. Afinal comer é um prazer bastante válido. O que não pode acontecer é fazermos dum cheat day uma coisa continuada ao longo da semana. Não conservem restos de cheat meals, livrem-se disso mal acabe a refeição. E tenham sempre em mente que acaba mesmo ali e só “volta” na semana seguinte se for o caso.

11. Podes falar um pouco sobre os teus treinos? (treinas sozinha/o que mais gostas de treinar/quantas vezes por semana?)

Eu tenho a grande sorte de ter o Campeão Carlos Rebolo como meu treinador/mentor. É ele que cuida do meu plano alimentar/suplementação e de treino também. Uma das primeiras coisas que ele fez foi reduzir o meu tempo de ginásio para quase metade. E aumentar a minha alimentação para mais do dobro. O que acontecia antes, eram muitas horas de ginásio e pouca comida, e com isso os resultados durante um ano foram quase nulos. Optou-se por retirar quase todas as aulas de fitness que eu frequentava, e em sua substituição inserir o treino de força três a quatro vezes por semana. Respeitando MUITO o descanso. E foi essa a fórmula que resultou comigo. Em um ano a evolução foi incrível. Deixei de ter cansaços extremos. Ganhei imensa massa muscular, que foi

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sempre a sua prioridade visto que tinha pouca. Eu também sou muito alta o que faz com que esse ganho de massa muscular não se note tanto mas os números não enganam. E eu acabo por ter essa tranquilidade porque não poderia estar melhor acompanhada.

Antes de ter o acompanhamento do Carlos Rebolo sentia-me muito mais ansiosa, porque sabemos o que queremos só não sabemos como lá chegar.

Acho importante que quando não sabemos procuremos essa ajuda. Há que ser humilde para nos deixarmos ensinar. Há que ser crente para acreditar no que aquela pessoa que sabe tão mais que nós diz. Sem confiança no treinador nem vale a pena ter treinador. Não se deixem iludir por planos de internet. Esses planos não foram feitos para vocês. E o segredo se é que é segredo, é terem um plano alimentar e de treino ajustado às vossas necessidades e objetivos. Sem isso, o mais certo é os resultados tardarem a aparecer. Ou não aparecerem de todo. Lembrem-se no entanto que o trabalho será sempre vosso, se tiverem acesso à melhor orientação usem-na da melhor forma. Porque o treinador não vai convosco para casa para ver como vocês comem por exemplo.

Sim treino sozinha, regra geral é sempre assim que acontece. Eu e a música que levo. Gostaria de ter uma companhia de treino assídua mas não tem acontecido. Não me importo nada de treinar sozinha. Porque no fundo esta prática desportiva é um tanto solitária. O meu esquema de treino está dividido pelos diferentes grupos musculares, e neste momento está feito de acordo em melhorar os meus pontos fracos. Portanto dando sempre muita atenção a esses grupos musculares. O que mais gosto de treinar penso que seja ombros. Não não é pernas, apesar de estar no topo dos meus treinos, não é o meu treino preferido. E talvez por ser o grupo muscular que dou mais atenção não seja o que mais gosto.

12. Existem muitas mulheres na sala de musculação no teu gym?

Não. Esperemos que isso mude um dia porque tem sido uma jornada solitária.

13. Conheces outras fitmoms portuguesas que seguem uma rotina de treinos mais alimentação correta?

Pessoalmente não conheço. Atenção que eu vivo numa cidade pequena. Mas ainda não conheci pessoalmente uma Mamã com a mesma motivação que eu. Agora através do facebook sim e gosto imenso de falar com elas. Mas, devíamos ser mais e mais unidas.

14. Qual a tua definição de fitgirl/fitmom?

Fitmom já diz o que é, uma Mãe fit. É uma mãe que tira a roupa na praia e tem os seus filhos consigo e todos duvidam que sejam de facto seus filhos. É uma mãe que ainda arranja tempo para durante algumas horas do dia pôr-se em primeiro lugar. Porque sempre que eu vir uma mulher que teve filhos e tem um corpo fit a mensagem que ela me transmite é que a maternidade para ela foi boa, e ela recuperou o seu corpo depois disso. Ou ficou ainda melhor que é o meu caso. É uma mensagem fortíssima de paixão aos filhos, de exemplo forte dentro dessa família. A mensagem duma fitmom vem impressa no seu físico, ela não tem que abrir a boca para se justificar. O seu corpo fala por ela. E eu tenho pena que as mulheres não percebam isso. Que me digam que a genética bla bla ba bla quando a genética se não for cuidada não serve de nada. Atenção eu sei o que custa manter este estilo de vida e ser mãe de três. E rapidamente poderia arranjar mil desculpas para não o fazer mas a vontade de o fazer é bem maior do que essas desculpas, criticas, caras estranhas, ou vontade de comer lixo. E sim eu hoje posso dizer que sou uma fitmom. E com imenso orgulho.

15. Rute és um exemplo de determinação e força de vontade. Tendo em conta a tua experiência, que conselhos tens a dar ás mulheres que querem ter um estilo de vida saudável, mas por qualquer motivo não conseguem?

Obrigada pelas tuas palavras antes de mais, e obrigada a todas as meninas (mães ou não, não interessa) que me mandam mensagens, eu agradeço do fundo do coração. E essas mensagens surpreendem-me tanto quanto me fazem feliz e dão-me tanta motivação.

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Voltando à tua questão: se não conseguem devem antes de tudo perceber as razões de não conseguir. Se têm boa saúde, se não fazem nenhuma medicação que interfira com os resultados pretendidos há que identificar essa causa. Aquilo que me vai chegando através de mensagens que vou recebendo regra geral é porque a pessoa ainda não lhe deu aquele clique definitivo. A pessoa quer mas ainda não quer muito. Eu acredito que quando queremos muito conseguimos. Muitas vezes as pessoas ainda se encontram

numa fase de negação. Há que desbloquear e perceber que têm que mudar pela sua saúde. Depois é ir à luta, é procurar ajuda de bons profissionais se não conseguir fazê-lo sozinha. É acreditar nesses profissionais e em si mesma. É ser rigorosa na dieta. É precisamente ai que acontecem os falhanços. A força mental que é necessária para se dizer NÃO EU NÃO VOU COMER ISSO!! Tem que ser enorme. E é difícil. Mas pensem a longo prazo, no que desejam, no vosso corpo de sonho.

Outra coisa muito importante é não nos comparar-nos com as outras. O que aquela pessoa come e treina resulta para ela e pode não resultar em nós. Cada um tem o seu caminho. Somos singulares e é nessa singularidade que temos que apostar.

Dêem-se tempo de perceber o que resulta convosco. Por vezes demoramos a encontrar a nossa fórmula, peço-vos que não desistam nessa fase. Eu sei que ás vezes é tudo um tanto abstrato mas confiem no vosso processo de mudança. Estejam com exemplos positivos, tenham uma vida positiva e penso que através disso seja mais fácil também.

16. A maioria das mulheres tendem a ter inseguranças a nível físico. Consegues rever-te nesta temática? Alguma característica tua que te tenha ou tem marcado negativamente?

Isso é uma questão tão sensível como pertinente. No meu caso e no caso de algumas meninas com quem já falei penso que as estrias são aquelas marcas que marcam mais que a pele. São algo permanente e que pode fazer com que já estejamos super fit e mesmo assim não apreciemos o nosso corpo devido a isso. São cicatrizes que nos podem fragilizar imenso se nós deixarmos. Uma estria assim que aparece (não interessa o motivo) fica para sempre. Confesso que quando olho para as minhas sinto-me irritada mas que posso eu fazer?? Nada, então como já nada posso fazer tento libertar-me desse sentimento. É algo fora do meu controlo. E sinceramente hoje em dia não deixo que isso me afete. Não deixo de vestir um biquíni por isso, ou de tirar fotos. Já não me inibem. Já não interferem com a minha imagem corporal. Nos Estados Unidos as Mamãs assumem as estrias como “marcas de guerra” e é isso que elas são. Quem já teve um filho sabe que é algo parecido a uma guerra ihihihih. Então não sofram por esses detalhes e não estraguem mentalmente a vossa imagem corporal.

No entanto podemos prevenir o aparecimento de novas estrias. Bebendo muita água (cerca de três litros), mantendo a pele hidratada, comendo limpo e praticando musculação. 😉

17. Costumas acompanhar competições de bodybuilding? Já alguma vez consideraste em participar num desses eventos? (Esta pergunta é muito importante).

Ihihiihih. É de facto uma questão que me colocam muito e eu respondo sempre o mesmo. Nunca fui ver nenhuma competição, mas tento acompanhar através de fotos ou dos vídeos que vão sendo publicados no youtube. Sou bastante atenta às categorias femininas. Quanto a eu participar nesses eventos é algo que não foi ainda decidido.

18. Como é que podemos entrar em contacto contigo ?

Através do meu facebook: clica aqui

(Joana obrigada por esta entrevista, pela oportunidade e por te dedicares a fazer este blogue que as pessoas gostam tanto. E de facto raparigas modernas treinam com pesos).

Obrigada eu (nós) Rute!

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|Eu adorei!! Esta entrevista fez me admirar ainda mais a Rute! Que grande guerreira.. im speachless!!! Realmente as mamãs modernas treinam c pesos 🙂

|Estas duas entrevistas que já fiz no Blog de guerreiras da fitlife e musculação são bastante inspiradoras

|Como dá para ver, existem FitGirls em Portugal que podemos encontrar (tambem) nos blogs, facebook, instagram’s   etc etc . Umas a começar outras veteranas , mas todas c o seu valor 😉  Viva a persistência e empenho que há em nós!

|Entrevistas como esta e esta aqui c a Mariana são muito boas, dá a possibilidade de conhecermos verdadeiramente a historia de cada fitgirl sem respostas vagas e básicas 😉 eu prefiro assim!

|Resumindo – Treino com pesos + Alimentação Correcta + Dedicação/Interesse = Resultados

|Acho que é uma boa maneira de começar esta semana, com muita inspiração e motivação! Força p todas as que lutam pelos seus objectivos!

|Ahh, a Rute faz parte do site de motivação de Obeso para Gymnodesportista clica aqui 

|Espero que tenham gostado tanto como eu 😉

 

Stay Positive e Bons Treinos! 

(roubei.te Vanessa ihihihi)

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